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Sheila Lemos admite possibilidade de ser vice de ACM Neto se houver consenso do grupo

Prefeita de Vitória da Conquista afirma à Rádio CBN Bahia que decisão não é pessoal e dependerá da vontade do grupo e da aceitação popular

Durante entrevista concedida na manhã desta segunda-feira (23) à Rádio CBN Bahia, a prefeita de Vitória da ConquistaSheila Lemos (União Brasil), falou abertamente sobre a possibilidade de integrar a chapa majoritária da oposição ao Governo da Bahia como vice-governadora, ao lado de ACM Neto.

Segundo a gestora, o tema já vem sendo tratado internamente com as principais lideranças do grupo oposicionista.

“Venho conversando com Neto, com Bruno Reis, com Paulo Azi, com todo o grupo, com os deputados, principalmente os que têm base em Vitória da Conquista, sobre essa possibilidade”, afirmou.

Sheila explicou que a declaração pública ocorreu após ser questionada por um jornalista local logo após o Carnaval e reforçou que não se trata de um desejo pessoal, mas de uma eventual missão política caso haja consenso.

“Se for a vontade do grupo, se for um consenso, se realmente esse nome tiver um peso na chapa, se o povo da Bahia aceitar esse nome e se o povo de Vitória da Conquista verificar que é um nome que irá contribuir para o crescimento da Bahia, eu estaria disposta”, disse.

Decisão condicionada ao coletivo

A prefeita destacou que, se dependesse exclusivamente de sua vontade, permaneceria à frente da administração municipal.

“Não é um desejo pessoal. Se dependesse só da minha vontade, eu continuaria em Vitória da Conquista. Mas quem está na vida pública não pode pensar apenas no próprio querer, precisa pensar no bem geral, na população e no estado”, ressaltou.

Outros nomes na mesa

Sheila Lemos também citou outros nomes considerados fortes para compor a chapa da oposição, reforçando que o grupo está aberto ao diálogo e à construção coletiva.

Entre eles, mencionou o prefeito de Feira de SantanaZé Ronaldo, com quem caminhou na eleição de 2018, e o prefeito de JequiéZé Cocá (PP).

Ela também citou Quinho Tigre, ex-prefeito de Belo Campo, que hoje integra a base governista, mas que, segundo Sheila, seria bem-vindo caso optasse por migrar para a oposição.

“É uma pessoa que tem entrada principalmente nas pequenas cidades do interior do sudoeste, foi presidente da UPB e fez uma boa gestão. Qualquer um desses nomes são excelentes”, avaliou.

Projeto de mudança para a Bahia

Ao final, Sheila Lemos afirmou que o foco do grupo não é um projeto de poder, mas sim a transformação do estado.

“Não estamos aqui com um projeto político de poder. O que queremos é transformar a Bahia. Para isso, precisamos de mudança e de bons nomes”, concluiu.